Quinta-feira, Maio 15, 2008

 

Viúvo cigarra

 

O Viúvo do cipreste
Vive só de escuro veste.
Escondido à hora da sesta
Entre aromas de resina,
Sono não tem, tem espertina.
Risca o calor com estalidos
Cem mil vezes repetidos:
É o seu último verão,
Outros que durmam, ele não.
                     
                      Violeta Figueiredo
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Quinta-feira, Abril 17, 2008

Dia mundial do livro

O livro e muito importante, porque só no livro descobrimos coisas novas.

 

 

 

Hugo Miranda

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Quinta-feira, Março 13, 2008

A Guerra

 

         No dia 29 de Fevereiro de 1985, Manuel acordou e estava tudo destruído porque houve uma guerra onde muitas pessoas tinham morrido. Quando o Manuel viu os soldados com camiões de tropa e camiões com canhões ele previa que ia acontecer alguma coisa de mal. Quando o Manuel viu muitas pessoas a fugir e a chorar ele também ficou com muito medo, por isso escondeu-se num sítio seguro e adormeci. Passando alguns dias acordei e vi tudo destruído e muitas pessoas mortas. Fui o único que sobrevivi. Depois fui ver como estavam as casas e se tinham sobrevivido mais alguém. Foi aí que o Manuel encontrou uma criança que era um rapaz que estava em casa dele a chorar. O Manuel encontrou a criança que estava agarrado a mãe e ao pai a chorar, porque eles tinham morrido. O Manuel ajudou a criança que se chamava Rui e levou-o com ele para outra terra com vida que não houvesse guerras nem tragédias. O Manuel brincava com o Rui como se fosse seu filho. O Rui gostava muito de Manuel e das suas brincadeiras.      
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Quinta-feira, Março 06, 2008

As minhas férias



As minhas férias foram em casa dos meus avós. Todos os anos as minhas férias são lá. A casa dos meus avós é grande mas parece um bocadinho pequeno. Tem umas escadas e uma cave e muito mais quartos que a nossa casa, mas tudo parece um bocadinho mais baixo e apertado. Uma vez caí das escadas e não me magoei nem nada. Mas isso foi quando eu só tinha cinco anos. Nessa altura eu não sabia escrever nem nada porque ainda estava na infantil e agora até subo dois degraus de cada vez e as pessoas dizem que eu sou muito mexido. O meu avô até me disse que eu era um super-herói. Disse assim: ah, és tu, Filipe! Achei que era um super-herói que nos tinha entrado em casa. O meu avô gosta muito de super-heróis ou pelo menos é o que eu acho porque ele está sempre a falar-me deles. À mesa, quando os outros crescidos começam a ter conversas diferentes assim mais sérias e isso, o meu avô fica calado que nem um rato, que é como diz a minha avó, e depois só diz uma coisa ou outra quando lhe apetece ou quando se lembra de uma história divertida e então dá gargalhadas muito altas, mas não altas como quando às vezes ralham alto connosco e sim altas de fazer uma espécie de cócegas na nossa boca e termos de rir também e também alto como ele. As pessoas crescidas normalmente são diferentes. As pessoas crescidas normalmente não se riem ou riem-se de coisas que não têm graça nenhuma, pelo menos eu não acho, e às vezes param mesmo de rir a meio do riso como se uma gargalhada fosse uma coisa feia ou um palavrão muito mau. As pessoas crescidas não são nada como o meu avô. O meu avô é assim mais redondo e às vezes até parece que vai tropeçar e tudo. Mesmo quando está calado ou a dormir na poltrona castanha o meu avô não é nada sério e, como eu costumo dizer, isso é muito positivo. As pessoas crescidas normalmente não são nada positivas. As pessoas crescidas normalmente são muito levantadas e direitas e fazem lembrar árvores daquelas que estão sempre num conjunto de árvores e são muito iguais às outras todas, como os eucaliptos por exemplo. Um dia o meu pai foi comigo à mata que é como nós chamamos a uma floresta que há lá ao pé da casa dos meus avós, para aí a uns 2 km ou 3 km, e mostrou-me o que eram eucaliptos. Disse assim: estás a ver, Filipe? Isto aqui é eucaliptos. Eucaliptos. Mas nessa altura eu era muito pequenino e tinha mais ou menos quatro anos e por isso ainda não sabia dizer eucaliptos. Dizia de uma maneira diferente e engraçada mas agora
Já não me lembro. Já passou muito tempo porque isto foi quando eu ainda era um bebé. Aos seis anos é a idade em que se fica mais crescido e eu já estou quase a fazer sete por isso vou rebentar a escala e claro já não sou um bebé.
                                                                            Jacinto Lucas Pires
                                                                           Abre para cá, Livros Cotovia
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Quinta-feira, Janeiro 24, 2008

Organização da ilha

Vamos falar sobre:  
      Alimentação
      Vestuário
      Fogo
      Água
      Divertimento
      Descanso
      Pedido de salvamento
      Onde e como habitam
      Entendimento entre as personagens

                                Alimentação
Robinson quando tinha chegado a Speranza alimentava-se de mariscos, raízes de plantas, cocos, bagas e ovos de pássaros e de tartarugas.     

                                  Vestuário
      O que Robinson vestia a noite era uns calções justos e compridos, uma casaca, um chapéu, umas meias e uns sapatos.

                                   Fogo
Robinson fazia poucas fogueiras porque tinha de economizar o seu isqueiro e por isso deixava que as fogueiras não se apagassem.

                                   Água
Speranza havia ribeiros de água doce onde as trutas e as carpas se multiplicavam, havia um recenseamento das tartarugas ao mar e havia um posto de observação para vigiar.  

                               Divertimento
Robinson divertia-se com sexta-feira a contar anedotas e adivinhas, a brincar com o seu cão Tenn é a atirar flechas.

                         Pedido de salvamento
Robinson para pedido de salvamento pegou num tronco seco cujo tronco estava oco, enfiou ervas secas e ramos e se acende-se transformaria numa grande tocha.

                      Onde e como habitam

Robinson habitava numa fortaleza construída por ele e também construiu umas armadilhas. Ele vivia na sua vela fortaleza onde havia luz.

            Entendimento entre as personagens
        As personagens entendiam-se bem, os animais principalmente o rei dos bodes foi o mais corajoso porque salvou Sexta-feira e o seu amigo Tenn faleceu Robinson e a sexta-feira ficaram magoados porque já era velhinho e pela explosão que Robinson causou.
                                    

 
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Terça-feira, Outubro 23, 2007

O Rapaz chinês

Era uma vez um rapaz que vendia na sua própria loja molduras, velas e porcelanas. Ouve um dia que o rapaz teve muitos clientes e ele tinha pouco dinheiro quando os clientes foram a loja o rapaz começou a ganhar muito dinheiro. Cada vez tinha mais clientes até que chegou um dia que a fábrica que lhe fornecia os produtos foi a fechou. O pobre rapaz ficou muito triste porque o negócio estava-lhe a correr bem e ele gostava muito de estar na sua loja. A sua loja foi a falência porque não tinha nenhum cliente. O rapaz tinha de fazer alguma coisa. O rapaz teve uma ideia, vou procurar uma fábrica que venda os produtos que eu preciso. O rapaz andou, andou, andou e não tinha encontrado nenhuma fábrica que vendesse os produtos que ele precisava. Então que chegou um dia que ele encontrou uma fábrica que vendia os produtos que ele precisava. O rapaz foi falar com o dirigente da fábrica para perguntar se queria negociar com ele para lê levar os produtos que ele precisa. O dirigente da fábrica aceitou. E o rapaz ficou todo contente porque ia abrir a sua fábrica de novo. O dirigente foi levar os produtos a loja do rapaz e o rapaz já começou a ter muitos clientes. E o rapaz ficou feliz e muito contente porque abriu a sua loja de novo. Fim
Escrito por toninho em 10:01:43 | Link permanente | Comments (1) |

Terça-feira, Outubro 16, 2007

A Banda Desenhada

 A banda desenhada é uma narrativa por imagens, normalmente acompanhada por um texto verbal. Vinheta [é cada um dos quadradinhos que formam a tira] Tira [série de vinhetas organizadas na mesma linha horizontal] Prancha [é uma página de banda desenhada] O Texto verbal apresenta-se as legendas os cartuchos e o texto escrito dentro de balões. A legenda: É um texto do narrador que situa-se dentro da vinheta. O cartucho: É um texto, contido numa moldura geralmente rectangular. Texto escrito dentro de balões: É um espaço na vinheta, destacando, com o bico apontado para o emissor. Existe vários tipos de balões: Balão de fala, balão de pensamento, balão de fala muito alta e muito baixa, balão de fala colectiva e balão de fala transmissiva
Escrito por toninho em 09:48:53 | Link permanente | Comments (1) |

A Anita

A Anita era uma menina que vendia compota junto as falto e até tinha muitos clientes. A Anita começou a ter muitos clientes que teve de pedir ajuda a mãe dela e a mãe dela aceitou. A mãe da Anita e a Anita foram vender mais compota até que chegou um dia que a compota acabou. A Anita e a mãe começaram a perder muitos clientes e a mãe da Anita ficou muito desanimada porque já não tinham mais clientes e a Anita também ficou muito desanimada porque também tinha perdido muitos clientes e ela gostava muito de vender compotas. Até que chegou um dia que a Anita viu um homem a vender compota. A Anita foi ter com ele ela disse-lhe: -Você vende as compotas todas? -Vendo. Foi o que o homem respondeu. A Anita disse que ia comprar as compotas todas dele. A Anita comprou as compotas e vendeu muitas compotas e ficou feliz para sempre a vender compota. FIM
Escrito por toninho em 09:42:44 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira, Maio 31, 2007

Um Imitador de Sherlock Holmes

O visconde silvestre, advogado lisboeta, seduzindo pela “arte da dedução” perfilhada por Sherlock holmes, decide, também ele, abraçar a carreira de investigador particular. Auxiliado pelo amigo Pedro Montagraço – que, como watson, também se encarrega de lhe descrever as proezas –, cedo se releva discípulo à altura do polícia – consultor idealizado por Conan Doyle.Numa época (1909) em, que no nosso país, poucos eram os escritores masculinos que se haviam dado conta do surgimento e popularidade da leitura Detectivesca, Maria O`Neill, mulher intrépedia, caritativa e de ideias bastante avançadas para a época, além de produzir obras notáveis, em prosa e em verso, para adultos e para crianças, teve o mérito de conceber a primeira colectânea de casos, assumidamente polícias, solucionados por um só investigador português. Se o seu herói sabe ser um digno emulo de Sherlock Holmes, a escritora demonstra talento não inferior ao de Conan Doyle. Prosseguindo a missão –iniciada com ”Vitorias da Lógica “ –de revelar que, entre nós, também houve”Mestres da literatura Policial”, a colecção Vampiro, orgulha-se de retirar do injusto esquecimento este precioso exemplo do pioneirismo nacional no domínio daquele género de Ficção.                                                   

 
Escrito por toninho em 12:07:36 | Link permanente | Comments (0) |

 

 

      Enquanto bordava junto à janela, uma jovem rainha sonhava com o bebe que esperava. O seu desejo foi satisfeito e a rainha pôs no mundo a criança com que sonhara. Chamou-lhe Branca de Neve. Os anos passaram e o rei, não suportando mais a solidão, voltou a casar com uma jovem muito orgulhosa da sua grande beleza.

 

     Quando o rei, seu pai, morreu, a branca de neve, que entretanto crescera, era mais bonito do que a rainha.

 

     Vós sois muito bela, Majestade, mas a branca de neve, cuja pele é da cor da neve, é cem vezes mais bela que vós!

 

Chamou à sua presença o caçador do palácio.

 

      Leva a princesa para a floresta e mata-a. Se tentares trair-me, mando matar-te! – Ameaçou.

 

Contudo, uma vez na floresta, não teve coragem de matar uma jovem tão pura. – Foge, branca de neve, Foge!

 

Para enganar a rainha, matou um animal selvagem, arrancou-lhe o coração e colocou-o no cofrezinho.

 

     A Branca de neve correu, correu, até mais não poder. Depois sentou-se ao pé de um carvalho e pôs – se a chorar a sua triste sorte. Havia aí uma pequena casa com ar acolhedor. Curiosamente, para passar a porta, teve de se baixar! Seja como for, quem aqui mora gosta pouco de fazer a lida da casa! Arrumou tudo, tratou da louça e lavou o chão com muita água. Cansada foi descansar nas camas dos sete anões. A Rainha faz-se passar por uma velhinha e vai bater a porta e diz: ofereço-te com bondade uma maça. Essa maça tinha veneno e a branca de neve comeu um pedaço da maça e caiu para o lado. Os anões tentaram ajuda mas foi tarde demais. Fizeram-lhe então um magnífico caixão de ouro e cristal para o corpo da branca de neve. Os sete anões colocavam flores, rosas e rezavam muito por a pobre branca de neve.

 

      Uma bela manha, um príncipe passou por essa clareira.

 

Beijou á branca de neve passando algum tempo manda um soluço e acorda e os sete anões festejaram por a branca de neve ter acordado, e por fim a rainha sabe que a branca de neve não tinha morrido teve um grande ataque de fúria.

 

     Numa crise loucura, partiu o espelho em mil pedaços e destruiu tudo o que estava a sua volta. A Rainha morreu num sofrimento atroz, sufocada pelos vapores pestilentos dos venenos que atirou ao chão! O bem triunfa sempre sobre o mal!

 

 

Ø    Elaborado por:

 

 

v   Hugo Miranda N: 14 /7b

 

 

v   Data: 22/05/07  

 

 

Ø    Autores da obra: 

 

v   Maria Duval e de

 

v   Alain Jost            

 

Escrito por toninho em 12:05:58 | Link permanente | Comments (2) |