Enquanto bordava junto à janela, uma jovem rainha sonhava com o bebe que esperava. O seu desejo foi satisfeito e a rainha pôs no mundo a criança com que sonhara. Chamou-lhe Branca de Neve. Os anos passaram e o rei, não suportando mais a solidão, voltou a casar com uma jovem muito orgulhosa da sua grande beleza.
Quando o rei, seu pai, morreu, a branca de neve, que entretanto crescera, era mais bonito do que a rainha.
Vós sois muito bela, Majestade, mas a branca de neve, cuja pele é da cor da neve, é cem vezes mais bela que vós!
Chamou à sua presença o caçador do palácio.
Leva a princesa para a floresta e mata-a. Se tentares trair-me, mando matar-te! – Ameaçou.
Contudo, uma vez na floresta, não teve coragem de matar uma jovem tão pura. – Foge, branca de neve, Foge!
Para enganar a rainha, matou um animal selvagem, arrancou-lhe o coração e colocou-o no cofrezinho.
A Branca de neve correu, correu, até mais não poder. Depois sentou-se ao pé de um carvalho e pôs – se a chorar a sua triste sorte. Havia aí uma pequena casa com ar acolhedor. Curiosamente, para passar a porta, teve de se baixar! Seja como for, quem aqui mora gosta pouco de fazer a lida da casa! Arrumou tudo, tratou da louça e lavou o chão com muita água. Cansada foi descansar nas camas dos sete anões. A Rainha faz-se passar por uma velhinha e vai bater a porta e diz: ofereço-te com bondade uma maça. Essa maça tinha veneno e a branca de neve comeu um pedaço da maça e caiu para o lado. Os anões tentaram ajuda mas foi tarde demais. Fizeram-lhe então um magnífico caixão de ouro e cristal para o corpo da branca de neve. Os sete anões colocavam flores, rosas e rezavam muito por a pobre branca de neve.
Uma bela manha, um príncipe passou por essa clareira.
Beijou á branca de neve passando algum tempo manda um soluço e acorda e os sete anões festejaram por a branca de neve ter acordado, e por fim a rainha sabe que a branca de neve não tinha morrido teve um grande ataque de fúria.
Numa crise loucura, partiu o espelho em mil pedaços e destruiu tudo o que estava a sua volta. A Rainha morreu num sofrimento atroz, sufocada pelos vapores pestilentos dos venenos que atirou ao chão! O bem triunfa sempre sobre o mal!
Ø Elaborado por:
v Hugo Miranda N: 14 /7b
v Data: 22/05/07
Ø Autores da obra:
v Maria Duval e de
v Alain Jost