Monday, June 8, 2009

Interesses num comboio


 

Eram 5h da manhã quando Daniel entrou no comboio. Estava bastante frio naquela manhã de Inverno. Aquele comboio ia para o Alentejo. Daniel entra para o comboio, paga o passe e direcciona – se para um banco onde está sentada uma mulher que já tinha 30 e poucos anos. Daniel pede à senhora para se sentar, e ela respondeu que sim.

Sentou – se e pelo olhar da senhora notou que era cega. 

A senhora notou que ele estava a olhar para ela e contou o que tinha acontecido.

 A tal senhora contou a Daniel que já tinha nascido assim. Enquanto conversavam Daniel ia olhando para todos os cantos do comboio.

Ele não sabia o que lhe dizer. Só pensava no quanto seria difícil lidar com os obstáculos que apareceriam na vida. Ia pensando também que deveria ser triste não poder observar o que a rodeava e quem a rodeava.

Quando chegada a altura de Daniel sair, Daniel pediu o número de telemóvel á senhora e disse que lhe telefonaria, para um dia combinarem um jantar.

Saiu do comboio e foi de malas na mão, ter ao seu destino.

 

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Sunday, June 7, 2009

A Neve

                Era uma vez um menino que nunca tinha visto neve, e o seu maior desejo era que um dia nevasse em casa dele para ir brincar com os seus amigos. Certo dia ele estava a ver televisão e calhou de ver a metrologia e nesse dia ele ouviu a metrologia e eles avisavam que no dia seguinte ia cair neve em todo o país. O menino que se chamava Carlos ficou muito contente por saber que o seu maior desejo ia realizar-se. Chegou o dia seguinte ele acordou e foi logo a correr a janela do seu quarto ver se estava a nevar. Ele chegou a janela e viu que estava á nevar. Ele estava muito contente e foi logo vestir a sua roupa para ir para lá para fora ir brincar com os seus amigos. Antes de ir p ala para fora foi ligar aos seus amigos para que viessem para sua casa para brincar na neve. Os amigos do Carlos chegaram e ele foi logo a correr para a beira deles para brincarem com a neve. Eles andavam a juntar muitas bolas de neve para atirarem uns aos outros. Depois o Carlos teve uma excelente ideia, que era fazer um boneco de neve. Todos os seus amigos concordaram e eles os todos estavam a fazer o boneco de neve. Passando algum tempo eles acabaram de fazer u boneco de neve e a mãe do Carlos chamou o Carlos e os seus amigos para eles irem comer um lanche. O Carlos virou-se para a mãe e disse:

- Mãe o meu maior sonho realizou-se.

E a mãe do Carlos perguntou-lhe qual era o seu maior sonho?

- O Carlos disse a mãe que o seu maior sonho e que estivesse á nevar e que ele estivesse lá fora a brincar na neve com os seus amigos.

A mãe do Carlos perguntou-lhe porque que esse era o seu maior sonho.

O Carlos respondeu, porque eu nunca tinha visto neve a cair e nunca brinquei com neve.

Eu gostei muito de brincar com a neve porque dava para fazer montes de coisas.

Eu nunca mais me vou me esquecer deste dia ta especial para mim.

   

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Wednesday, June 3, 2009

O que eu diria e perguntaria a um extraterrestre

   

Eram 17 h quando saí de casa. Estava frio, e chovia bastante.

    Ia ter com o Rodrigo à estação de comboios, para ele me entregar um trabalho bastante importante.

    Quando ia a passar pela terra da minha prima, o meu veículo teve um problema que eu não soube qual. Estacionei perto de um bosque, onde havia ruídos bastante perturbadores.

    Estava a anoitecer, pois no Inverno, anoitece cedo, e não se via muito bem no escuro. Sentei – me nas traseiras do carro à espera que aparecesse alguém. Confesso que aquele barulho do vento, da chuva e os ruídos do meio do bosque assustavam – me de vez em quando.

   Passado algum tempo, estava quase a adormecer, quando olhei para o céu e vi uma espécie de nave. Aterraram e vinham na minha direcção. Ainda pensei em fugir, mas com a curiosidade não consegui.

  Estavam já perto de mim, quando senti um arrepio pelo meu corpo acima.  Tinham cor verde alface, uns olhos grandes e uma espécie de antenas na cabeça, bastante engraçadas. Eram extraterrestres.

 Tentaram falar comigo, mas não entendi o que diziam. Um dos extraterrestres correu para a nave e trouxe um objecto que brilhava no escuro. Deu – mo para a mão e carregou no botão enquanto falava. De repente, estavam a falar a minha língua. Perguntaram se eu era daquele local e eu respondi que não.

Com muita curiosidade, perguntei onde é que eles viviam, qual os costumes da sua terra, a alimentação, etc.

Clicando continuadamente no botão, responderam que eram de Marte, que lá não havia muitos costumes, e que a alimentação era apenas verduras e insectos. Olhei para o relógio e já passavam das 21h, e rapidamente disse que tinha que me ausentar devido a já ser tarde.

Perguntaram – me, se queria que me levassem a casa e eu disse que não podia porque tinha trazido o carro, mas ele avariou. De repente correram para a nave e levaram – na perto do meu carro, dizendo que me levariam a mim e ao carro a casa. Assim se sucedeu.

Chegados a minha casa, despedi – me deles com um até amanhã, e eles puseram um sorriso maroto nas suas caras. Já não nos devíamos voltar a ver mais, mas aquele dia tinha valido a pena.

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Monday, June 1, 2009

Dia do Pai

Querido Pai

- Pai e uma palavra pequena,

mas tem muita responsabilidade e muito valor;

-Pai espero que tenhas um belo dia do Pai;

-Pai t tu és o melhor pai do mundo;

-Pai obrigado por me teres criado,

e por me teres dado muito apoio quando mais preciso;

-Quando tive doente e as coisas que te pedia e que tu me destes obrigado por tudo que tens feito por mim;

-Tu és o melhor pai do mundo, porque criaste-me, ajudaste-me a crescer;

-Não consigo escrever a minha admiração por ti és um pai porreiro;

-Pai eu quando penso em ti eu penso logo nos bons momentos que passamos juntos;

 

P oderoso

A moroso

 I nteligente  

Um abraço do teu filho Hugo

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